terça-feira, 26 de maio de 2009

Silêncio!

As vozes vão embora
Não ouço mais conversa,
apenas o barulho das máquinas....
Ouvindo o barulho do relógio
A máquina de lavar funcionando
A geladeira, o freezer...
O silêncio nunca é completo!
Mas, e o vento?
Ah, ele não funciona ligado a tomada
Tem seu som no movimento que proporciona seu contato com as coisas
Ligado então ao mundo, ao natural.
A natureza que vive torcendo,
Como eu,
Para que não haja mais vozes em ameaças de perturbar sua existência,
Nem ações que transformem a imaculada sobrevivência realista
Não ao silêncio completo!
E, sim!!!
Sim, para o silêncio na serenidade das coisas.

2 comentários:

  1. A poesia está no dia a dia, na semente que se inicia, no broto que à luz se arrisca, e só da alma se avista. Teu coração é ponta do teu lápis. Bj

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  2. A poesia está no dia a dia, na semente que se inicia, no broto que à luz se arrisca, e só da alma se avista. Teu coração é ponta do teu lápis. Bj

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Já vou avisando que erros ortográficos acontecem, mas, aceito críticas, sugestões, palavrões, correções beijos e tudo mais que for de dentro, que for por força de sentimento. Obrigada pela visita!