… aquele momento de partida, do seu pai todo herói, que se foi e então negou todo aquele seu amor.
… aquele momento de lágrima, de sua mãe toda heroína, que brigou muito por uma rotina, procurando trabalho sem estudos e enfrentando a luta pelo mundo.
…aquele momento da infância onde, ao invés de ser criança, que brinca de casinha, se já tem o seu filhinho, que na verdade é seu irmãozinho, e a sua moradia, incluindo a lavanderia, não faz parte da fantasia.
… aquele momento de quase morte, onde de frente para sorte, só sentia o desistir, fugir, voar pela passarela ou usar sua aquarela para tudo abstrair.
… aquele momento de perda, do irmão quase filho, que virou anjo e não duvido.
… aquele momento com madrinha, que sempre lhe sorria e tudo adivinha.
… aqueles momentos com vizinhos presentes como parentes.
… aqueles momentos de aventura com o irmão de cor escura, descobrindo, documentos, o trabalho, filas, tormentos, brincadeiras e muito movimento.
… aqueles momentos de amores que sempre provocaram dores, de muitos sobraram flores, histórias e bons senhores, amigos e até um filho.
… aqueles momentos de ilusão, onde se acreditou com paixão, com grandeza e admiração que aquela ajuda seria aceita de coração.
... aqueles momentos de tristeza em que se constata toda frieza, daquela que foi um dia tudo aquilo que se queria.
.... aqueles momentos de alegria onde se percebe toda harmonia, num conjunto de poesias os amigos em plena euforia.
.... aqueles momentos de aprendizado, onde se deixa tudo de lado, assimilando a todo momento até o movimento do vento.
terça-feira, 14 de abril de 2009
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assim dá pra acreditar mesmo que vamos salvar o mundo! você coloriu ele mais um pouco! Me animou
ResponderExcluirbeijos