Quero ser balsamo
alivio dores
amores
doidas feridas
Quero ser alegria
sorriso brilhante
suspiro constante
felicidade harmonia
Quero ser brisa
suave morninha
arrepia espinha
toda tardinha
Quero ser amor
acalentar carinho
compartilhar
amar amar...
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Não digo mais nada!
Da minha boca não sai mais palavra
Minhas mãos não mais escreverão
Vou guardar em mim
Só pra mim, minha solidão
Se confesso, no meu gesto
Encantado jeito de ser
Me coloco no teu verso
Em vulnerável saber
Me desculpe o desnude diante de você
Se me mostro sensual, desejosa de prazer
O que eu quero e que saiba
Gosto mesmo de escrever
Sua rima me aproxima
E desvenda temporal
Me coloco nos meus versos
De maneira natural
Se me cubro desse mundo
Onde não me cabe ser
Me protejo me calando
Escondendo meu querer
No meu mundo, num segundo
Imagino um turbilhão
Sou corrente, coerente
Mas não me entrego mais não.
Minhas mãos não mais escreverão
Vou guardar em mim
Só pra mim, minha solidão
Se confesso, no meu gesto
Encantado jeito de ser
Me coloco no teu verso
Em vulnerável saber
Me desculpe o desnude diante de você
Se me mostro sensual, desejosa de prazer
O que eu quero e que saiba
Gosto mesmo de escrever
Sua rima me aproxima
E desvenda temporal
Me coloco nos meus versos
De maneira natural
Se me cubro desse mundo
Onde não me cabe ser
Me protejo me calando
Escondendo meu querer
No meu mundo, num segundo
Imagino um turbilhão
Sou corrente, coerente
Mas não me entrego mais não.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Avidez Cotidiana
Meu corpo fala por mim
Ele se manifesta em desejos
Que eu não consigo conter
Meu cio se exala
Minha boca cala
Faiscas de olhos
Mastigando o vazio os lábios sem dentes
Limpam da mente qualquer pensar coerente
Sua fome pelo corpo encaixe
Silencia razão
Idéias, projetos produtivos, vontade de fazer
Misturam-se no tumulto estreito do desejo que não consegue conter
Seu cio disfarça
Sua boca entristecida fala
Lágrimas nos olhos vibrando em dor
Por não ter amor o corpo doente
Que não sente na mente
A força necessária para findar sua procura por amor
Ele se manifesta em desejos
Que eu não consigo conter
Meu cio se exala
Minha boca cala
Faiscas de olhos
Mastigando o vazio os lábios sem dentes
Limpam da mente qualquer pensar coerente
Sua fome pelo corpo encaixe
Silencia razão
Idéias, projetos produtivos, vontade de fazer
Misturam-se no tumulto estreito do desejo que não consegue conter
Seu cio disfarça
Sua boca entristecida fala
Lágrimas nos olhos vibrando em dor
Por não ter amor o corpo doente
Que não sente na mente
A força necessária para findar sua procura por amor
terça-feira, 30 de junho de 2009
Manhã de Sábado
O sorriso bonito do filho querido
O aconchego cheiroso de nossas camas num bolo
A luz do sol iluminando o quintal
A brisa friinha arrepiando a espinha
A casa vazia sem nenhuma vizinha
O meu próprio som com muita canção
A vontade de ficar deitada...
Há muito ando estafada
Sinto-me até encurralada, vijiada, perseguida, irrada...
Ah!!! A paz morninha desse acordar
O carinho gostoso desse que ainda é o meu lar
Meu caderno novo pedindo contorno
A caneta macia percorrendo a linha
O coração solitário guardado no armário
O pensamento curioso: O que fazem os moços da minha história?
Será que estou em alguma memória?
Por onde anda o meu par? Aquele que vai retirar meu coração do armário e enfim me amar
Acordar no sábado é quase sempre bom
Com BOM DIA de alegria me enche de esperança o coração.
O aconchego cheiroso de nossas camas num bolo
A luz do sol iluminando o quintal
A brisa friinha arrepiando a espinha
A casa vazia sem nenhuma vizinha
O meu próprio som com muita canção
A vontade de ficar deitada...
Há muito ando estafada
Sinto-me até encurralada, vijiada, perseguida, irrada...
Ah!!! A paz morninha desse acordar
O carinho gostoso desse que ainda é o meu lar
Meu caderno novo pedindo contorno
A caneta macia percorrendo a linha
O coração solitário guardado no armário
O pensamento curioso: O que fazem os moços da minha história?
Será que estou em alguma memória?
Por onde anda o meu par? Aquele que vai retirar meu coração do armário e enfim me amar
Acordar no sábado é quase sempre bom
Com BOM DIA de alegria me enche de esperança o coração.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Saltos na Noite

O gato passeia sobre as palavras
Roçando o pêlo em minhas idéias
e meu pensamento foi as compras
A noite entrou acendendo a luz
Meu gato escreve com os olhos
e procuro ler outras vozes
Ele salta da poesia
O pulo do lápis até a palavra
as vezes, erra
Imagens desocultam-se no papel
Onde, corpo de mulher
cortina que se abre e despe o infinito...
Antimatéria transfigurada
Fonte de implacável música, ausente
Fluindo como ninfas, a procurar
espíritos no paraíso.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Saudade

Saudade...
Quem inventou isso?
Quem criou significado a esta palavra?
O que veio primeiro, o signo ou a palavra?
Nossa!!! Louco ser...
É incrível como interiorizamos, como se concretiza o abstrato em sentidos, sentimentos...
Que dor!
Pontadas profundas no meu peito.
Mas, não quero derrama-las, as lágrimas...
Meu rosto fica feio, inchado, desfigurado.
Desse jeito não me curo, ninguém me olha.
Vão achar que sou uma infeliz, uma chata.
Vão achar que não sei sorrir, me divertir.
Vão dizer o que de mim?
É daí?!
O que me importa!
Nada é mais cruel do que a saudade de alguém que existe.
Com a morte é difícil, o desespero da perda impossível de ser revertida, os eternos momentos de ausências...
É, é triste a morte para quem fica. Saudade compreendida e sentida, nem sempre
conformadamente de maneira aparente e também sempre presente.
Mas a saudade de alguém que existe: persiste, magoa, desnorteia, doe...
A ausência da presença trás consigo o signo interiorizado:
Saudade... Quem inventou isso?
quarta-feira, 27 de maio de 2009
É o fim...
Na verdade o que há em mim é surpresa para mim mesma.
Não sei ao certo o que me atrai as confusões que a vida traz,
Talvez haja um tanto de prepotência,
Ou parte de mim interiorizada, que conduz a achar que sou um feixe de luz.
Porque sempre acho que posso ajudar alguém?
Porque sempre me decepciono?
Será que dou demais esperando ter em troca?
Ou será que a certeza de um bom coração pode sempre ultrapassar qualquer má impressão?
Oh, não!!! Não sei mais o que fazer....
Interditar-me quem sabe.
Não estou mais certa do que posso comigo,
Nem feliz com o todo sentido.
Não me vejo sendo o incentivo de paz as ações que comigo trago
Não vejo movimento naquele sofrimento, que ouço e diluo com palavras, carinho, amor, prazer e todo o meu querer...
Não vejo razão para ter medo do que esta aqui até então.
Mas ao certo, confesso: Sinto-me incapaz!
Dedico-me, abdico, acredito, fortaleço... E o que mereço?
Já passei por experiências muitas delas com fim em ausências.
Mas há em mim uma tendência,
De achar que posso suprir carência,
Até onde não existe fluência.
De DEUS de certo algo há, não sei ao certo o que é, mas posso afirmar que o paralelo de onde estamos tem dois lados e um soberano.
Eu sei que vibro para o que é bom, para o que me aproxima do bem, para o que deveria favorecer minhas escolhas e detonar a tentativa do mau de se aproximar de mim.
Porque então vivo assim?
Frustrar e saber que não sou tão forte assim.
Há aqueles que mal se aproveitam de mim.
Não reconhecem o bom que é ter em mim uma irmã de força e fé.
Hoje sofro por saber, que aquele homem não pode crescer e que eu nada posso fazer, mas também não quero vê-lo morrer...
Aos que são “povo de rua” eu solicito a gentileza, deixem o moço em paz! Para que possa correr por trás, arrastando a alegria que teve consigo e conquistou um dia. Em troca o que posso lhes dar? Deixar de querer salvar aqueles que de certo te ouvem e não querem mudar.
As vibrações do terreno invisível, conectadas aqueles que temos vivos podem, Dependendo da condução te levar ao sim ou ao não.
Sentir o lado positivo e querer estar e sentir-se VIVO.
Amem a minha paixão!
Amem a tudo que é bom!
Amem a alegria incerta!
Amem àquele que se fecha!
Não sei ao certo o que me atrai as confusões que a vida traz,
Talvez haja um tanto de prepotência,
Ou parte de mim interiorizada, que conduz a achar que sou um feixe de luz.
Porque sempre acho que posso ajudar alguém?
Porque sempre me decepciono?
Será que dou demais esperando ter em troca?
Ou será que a certeza de um bom coração pode sempre ultrapassar qualquer má impressão?
Oh, não!!! Não sei mais o que fazer....
Interditar-me quem sabe.
Não estou mais certa do que posso comigo,
Nem feliz com o todo sentido.
Não me vejo sendo o incentivo de paz as ações que comigo trago
Não vejo movimento naquele sofrimento, que ouço e diluo com palavras, carinho, amor, prazer e todo o meu querer...
Não vejo razão para ter medo do que esta aqui até então.
Mas ao certo, confesso: Sinto-me incapaz!
Dedico-me, abdico, acredito, fortaleço... E o que mereço?
Já passei por experiências muitas delas com fim em ausências.
Mas há em mim uma tendência,
De achar que posso suprir carência,
Até onde não existe fluência.
De DEUS de certo algo há, não sei ao certo o que é, mas posso afirmar que o paralelo de onde estamos tem dois lados e um soberano.
Eu sei que vibro para o que é bom, para o que me aproxima do bem, para o que deveria favorecer minhas escolhas e detonar a tentativa do mau de se aproximar de mim.
Porque então vivo assim?
Frustrar e saber que não sou tão forte assim.
Há aqueles que mal se aproveitam de mim.
Não reconhecem o bom que é ter em mim uma irmã de força e fé.
Hoje sofro por saber, que aquele homem não pode crescer e que eu nada posso fazer, mas também não quero vê-lo morrer...
Aos que são “povo de rua” eu solicito a gentileza, deixem o moço em paz! Para que possa correr por trás, arrastando a alegria que teve consigo e conquistou um dia. Em troca o que posso lhes dar? Deixar de querer salvar aqueles que de certo te ouvem e não querem mudar.
As vibrações do terreno invisível, conectadas aqueles que temos vivos podem, Dependendo da condução te levar ao sim ou ao não.
Sentir o lado positivo e querer estar e sentir-se VIVO.
Amem a minha paixão!
Amem a tudo que é bom!
Amem a alegria incerta!
Amem àquele que se fecha!
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